sábado, 16 de julho de 2011

Ministro se diz contra a contratação de professor universitário sem pós



Ministro se diz contra a contratação de professor universitário sem pós
Foto: Arquivo
Ministro da Educação, Fernando Haddad
O ministro da Educação Fernando Haddad afirmou nesta quinta-feira que é contra o projeto de lei da Comissão de Serviços de Infraestrutura que altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) e permite a contratação de professores em universidades públicas e privadas sem título de mestrado ou doutorado.

"O PL está na contramão do que o PNE [Plano Nacional da Educação] quer", disse Fernando Haddad durante sua palestra, na 63a reunião anual da SBPC, que acontece em Goiânia.

"É óbvio que o ministério entende que quem está no mercado de trabalho [e não tem titulação de pós] deve ser valorizado para dar aula. Mas isso deve ser a exceção e não a regra", completou o ministro.

Uma das justificativas do PL é permitir a contratação de profissionais de "notório saber" que não são absorvidos nas universidades em razão da exigência de títulos.

CRÍTICAS NA SBPC

No primeiro dia do encontro da SBPC, a presidente da instituição, Helena Nader, já havia criticado o projeto. De acordo com ela, se o PL for aprovado, todo o sistema de ensino brasileiro será fragilizado.

"Não podemos admitir a possibilidade de esse projeto vir a se tornar lei", disse Nader.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), relator da proposta na Comissão de Educação, argumenta que faltam docentes para a educação superior.

"É de se perguntar se havia doutores diplomados no alvorecer de Bolonha, Oxford, Harvard e Coimbra", afirmou Dias, em seu parecer favorável ao projeto.

"Precisamos olhar para as grandes universidades do mundo hoje, como Harvard, e ver que elas estão seguindo o caminho oposto [ao que propõe o PL]", disse o ministro Fernando Haddad.

O projeto ainda deverá passar pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Caso seja aprovado em plenário, será avaliado pela Câmara dos Deputados.
folha.com

quarta-feira, 13 de julho de 2011

RJ: professores do Estado decidem manter greve

09 de julho de 2011
ALESSANDRA HORTO

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) do Rio de Janeiro decidiu em assembleia, na sexta-feira, continuar a greve que completa neste sábado 33 dias. Para os coordenadores, a antecipação de uma parcela da gratificação Nova Escola é "insuficiente". Além disso, defendem reajuste salarial. Um ato público será promovido na próxima terça-feira, às 11h, em frente à Assembleia Legislativa do Rio, no centro da cidade.
Ao O Dia, o secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, considerou lamentável a decisão de continuar a greve. "Perdem, principalmente, os nossos alunos. Já fizemos o que o orçamento permitiu nesse momento. Os nossos benefícios somam mais de R$ 1 bilhão. É lamentável que o sindicato decida manter a greve. Não há mais motivos. Já informei que o assunto reajuste salarial é uma pauta permanente na minha pasta", disse.

Ensino à distância do SENAR ganha prêmio

Canal do Produtor - Da Redação

No primeiro semestre de 2011, os cursos do Portal de Educação à Distância - EAD SENAR já capacitaram mais de 34 mil produtores e trabalhadores rurais, em todo o País. Nos meses de abril, maio e junho foram 18.571 matrículas efetuadas. O reconhecimento desta importante iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural aconteceu nesta quarta-feira, 22 de junho, quando o SENAR recebeu o Prêmio E-Learning Brasil 2011/2012, em São Paulo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Senado defende inclusão digital no país

Senado defende inclusão digital no país

Foi defendido que o Congresso Nacional tem de propiciar melhores condições de segurança jurídica na produção de softwares, para que o país seja autossuficiente na produção de tecnologia de informação.
Em pronunciamento na segunda-feira (23/5), a Senadora Ana Amélia defendeu a  elaboração, pelo Congresso Nacional, de definições mais claras sobre a propriedade intelectual na Internet. Ela também pediu maior justiça tributária para comércio eletrônico e melhoria no conteúdo da informação digital e para o setor de tecnologia da informação como um todo.
A parlamentar  defendeu a democracia digital, que permite ao cidadão não só acompanhar o desenvolvimento das políticas públicas, mas também que ele dê sua opinião quanto a elas. Com acesso à Internet, o cidadão pode ter também acesso a todo tipo de informação, incluindo as melhores bibliotecas do mundo.
por Jheneffer Naiara Feliciano Medeiros última modificação 25/05/2011 18:18